segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Senhores Pais...


Vagas abertas para professor. Você se candidata?

Pré requisitos:

  • Ter memória de elefante;
  • Paciência de anjo;
  • Coração do tamanho do Sol;
  • Olhos por todos os lados da cabeça;
  • Filtro purificador nasal;
  • Oito braços como polvo;
  • Mil e uma utilidades;
  • Tolerância máxima;
  • Flexibilidade e sensibilidade com os colegas;
  • Pernas de maratonista;
  • Bexiga com capacidade para 5 litros;
  • Multi canais auditivos;
  • Sistema inumológico extra.

 E ainda assim dizem que ser professor é muito fácil!


sábado, 19 de janeiro de 2013

Educação Especial

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) 9394/96, ao reconhecer a Educação Especial como modalidade de ensino que permeia todos os níveis escolares, deixa claro que não há, nos sistemas de ensino, tipos separados de educação. Sendo assim, a Educação Especial não é um subsistema e as unidades escolares devem ter um conjunto de recursos que devem ser organizados e disponibilizados para que todos os alunos possam desenvolver suas competências com respeito e dignidade, entre eles os que necessitam de apoios diferenciados. A escola precisa estar aberta para atender a todos e o governo deve oferecer reais condições para a implantação da escola inclusiva no país, fornecendo verbas, criando cursos de reciclagem para os docentes e atendendo as demais necessidades estruturais necessárias para tal ocorrência, como por exemplo, proporcionando apoio educacional especializado adequado para todos os alunos.

A Educação Inclusiva pressupõe que todas as crianças tenham a mesma oportunidade de acesso, de permanência e de aproveitamento na escola, independentemente de qualquer característica peculiar que apresentem ou não.

O movimento inclusivo, nas escolas, por mais que seja ainda muito contestado, pelo caráter ameaçador de toda e qualquer mudança, especialmente no meio educacional, é irreversível e convence a todos pela sua lógica, pela ética de seu posicionamento social. A inclusão está denunciando o abismo existente entre o velho e o novo na instituição escolar brasileira. A inclusão é reveladora dessa distância que precisa ser preenchida com as ações eficazes.

Para que este movimento inclusivo aconteça é fundamental que as crianças com deficiência tenham o apoio de que precisam, seja da sua própria família, da sociedade ou nas escolas. Mas, o mais importante de tudo, é que o professor, a família e toda a comunidade escolar estejam convencidos de que: cada aluno é diferente no que se refere ao estilo e ao ritmo da aprendizagem.

Assim sendo, o futuro da escola inclusiva está, dependendo de uma expansão rápida dos projetos verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformar a escola, para se adequar aos novos tempos

No que se refere especificamente à inclusão dos portadores da Síndrome de Down a escolas terão de escolher o caminho a seguir, mas é bom lembrar que apostar na educação que ensina e estimula a competitividade é investir na permanência de uma característica de nosso mundo atual e não deixar as pessoas sem outra opção, submetidos a estilo segregado de viver.

Os professores precisam estar conscientes de sua importância e da função que desempenham, no caso de terem um aluno com síndrome de Down, na sala. Como se vê, é na relação concreta entre o educando e o professor que se localizam os elementos que possibilitam decisões educacionais mais acertadas, e não somente no aluno ou na escola. O sentido especial da educação consiste em amar e respeitar o outro, que são as atitudes mediadoras da competência ou da sua busca para melhor favorecer o crescimento e desenvolvimento destes. O conhecimento de uma abordagem holística, no sentido de integração e revelação do contexto de vida do portador da síndrome. Ter acesso aos outros profissionais, como fonoaudiólogos e fisioterapeutas envolvidos no desenvolvimento deste indivíduo, podem também trazer contribuições significativas para as ações do professor em sala de aula.


 REFERÊNCIAS

BRASIL/Ministério da Educação e do Desporto. Plano Decenal de Educação para todos. Brasilia: MEC, 1993.
BRASIL/Ministério da Justiça/Corde. Declaração de Salamanca e linha de Ação sobre necessidades educativas especiais. Brasilia, 1994 [´s.e.]
INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Censo Escolar. Disponível em: http://www.inep.gov.br/basica/censo/Escolar/Sinopse/sinopse.asp>. Acesso em: 18 nov. 2008.
MARTINS, Lúcia de Araújo Ramos. A inclusão escolar do portador da síndrome de Down: o que pensam os educadores?Natal, RN: EDUFRN, 2002.
MANTOAN, M.T.E. Integração X inclusão: escola (de qualidade) para todos. Disponível em: http://www.pro-inclusao.org.br/textos.html#intgr. Acesso em: 18 nov 2008.
MENDES, E.G. Educação inclusiva: realidade ou utopia? Apostila produzida para a Mesa-Redonda do LIDE. São Paulo, SP: USP. 1999.
VOIVODIC, Maria Antonieta M.A. Inclusão Escolar de Crianças com Síndrome de Down. Petrópolis, RJ: Vozes: 2004.

Fonte: http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/inclusao-escolar-de-criancas-com-sindrome-de-down/

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Lindos marcadores de livros feitos com tecido!


A nossa leitora, Maviane Santos, sugeriu a postagem desse criativo marcador de livros, que além de tudo é super fofo!
 
Como fazer:


 - Arranje um tecido bem durinho para desenhar o coração e cortar as duas partes: a parte da frente e a de trás.

- Se o tecido que possui for muito molinho, uma opção é colocar uma entretela e deixá-lo mais rígido!

- Costure na parte de baixo para encaixar e marcar a página do seu livro! ;)


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

E quem nunca brincou de ...

As brincadeiras de rua sempre foram as minhas preferidas!


No meu tempo de criança, (não faz tanto tempo assim, rs) quando chegava o começinho da noite, a criançada se reunia na rua, na porta de alguém, com uma "tia" mais animadinha para ajudar com as brincadeiras que escolhíamos e moderar a intensidade dos castigos aplicados, as prendas.
Quem nunca brincou de BOCA DE FORNO? Quem nunca teve que pagar as prendas daqueles amiguinhos engraçadinhos, que nos faziam dar voltas no quarteirão, ou fazer alguma coisa absurda?
A brincadeira é bem popular no Nordeste, e aqui vou deixar a dica de como se brinca.

Como brincar: 

A brincadeira é cantada em verso. O grupo escolhe quem será o mestre, responsável por propor os desafios para o grupo. A ordem pode ser encontrar um objeto de uma cor específica ou mesmo dar uma volta completa no quarteirão. O último a cumprir a prova leva um castigo. A turma decide a quantidade e a intensidade dos "bolos", que pode ser de pai, mãe, filho ou anjo - do mais forte ao mais fraco. Ou optar por uma prenda.

Diálogo
MESTRE - Boca de Forno.
CRIANÇAS - Forno!
MESTRE - Faz o que mando?
CRIANÇAS - Faço!
MESTRE - Se não fizer?
CRIANÇAS - Ganha um bolo!
MESTRE - (O mestre dá a missão: Encontrar um galho de planta com uma lagarta, dar a volta no quarteirão, correr de um lado ao outro em um pé só...rs)
CRIANÇAS -(Realizam a prova e o último a fazer paga a prenda)

Beijocas com sabor de pipoca!!!!!

O lugar ideal da Educação Infantil

 Nesta animação, você vai ver a planta baixa ideal de uma escola de Educação Infantil que tem os espaços organizados para favorecer a aprendizagem. A ilustração está de acordo com referenciais publicados pelo Ministério da Educação e contempla áreas para atender crianças de 0 a 5 anos.

http://revistaescola.abril.com.br/swf/animacoes/exibi-animacao.shtml?educacao-infantil-04.swf
Vale muito a pena conferir o vídeo:

                       O Pato Donald veio conhecer o Brasil e o Zé Carioca, é quem mostra o Rio de Janeiro e o samba. Super divertido, com músicas maravilhosas, Aquarela do Brasil e Tico Tico no fubá.

 


Que tal jogar um pouco?

Vamos testar os seus conhecimentos a cerca do novo acordo ortográfico. O jogo é bem divertido, e apresenta a chance de responder novamente após marcar alternativa errada. Clique no link abaixo e divirta-se!
 

Piso salarial do professor da Educação Básica tem reajuste de 7,9%

Os professores da educação básica da rede pública (que inclui os níveis de ensino infantil, fundamental e médio) vão receber, no mínimo, um salário de R$ 1.567 neste ano. O piso salarial do magistério deve ser reajustado em 7,97268%, acima da inflação de 5,84%, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 
O governo federal deve aumentar em R$ 14,2 bilhões o repasse de dinheiro do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para estados e municípios neste ano. Em 2012, foram R$ 102,6 bilhões e a estimativa para 2013 é de R$ 116,8 bilhões. Apenas para os municípios, o Ministério da Educação (MEC) deve repassar neste ano R$ 63,8 bilhões do Fundeb, valor que representa R$ 8,9 bilhões a mais que o de 2012, quando a União enviou R$ 54,9 bilhões para as prefeituras.
O novo valor do piso nacional foi definido conforme determina o artigo 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. Conforme a legislação vigente, a correção reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente no Fundeb de 2012, em relação ao valor de 2011. O piso salarial foi criado em cumprimento ao que estabelece a Constituição Federal, no artigo 60, inciso III, alínea e do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

Fonte: http://www.secom.gov.br/sobre-a-secom/acoes-e-programas/comunicacao-publica/em-questao/boletim-1693-14.01/piso-salarial-do-professor-da-educacao-basica-tem-reajuste-de-7-9-e-passa-a-ser-de-r-1.567/