quinta-feira, 14 de novembro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO
O professor está sempre errado
Jô Soares
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta. Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.Exige, é rude.
Elogia, é debochado.O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta. Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.Exige, é rude.
Elogia, é debochado.O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Artes: Parodiando...
Paródias são sempre muito divertidas. Imagine então paródias criadas por crianças de 7 à 8 anos!
É isso ai. Como forma de trabalhar com a produção de texto no ensino das Artes, elaboramos uma atividade prazerosa e criativa.
Apresentamos às crianças, uma paródia. Além de muitas gargalhadas, conseguimos identificar a música original. E a partir daí fomos exemplificando que outras músicas são paródias que eles já conheciam.
Após esse trabalho inicial, escolhemos juntos uma música e criamos uma paródia, numa atividade coletiva. Foi muito divertido!
Essa foi uma experiência maravilhosa. Posteriormente, foi a vez deles criarem sozinhos, acreditem. Foi cada paródia mais legal que a outra!!!!
É isso ai. Como forma de trabalhar com a produção de texto no ensino das Artes, elaboramos uma atividade prazerosa e criativa.
Apresentamos às crianças, uma paródia. Além de muitas gargalhadas, conseguimos identificar a música original. E a partir daí fomos exemplificando que outras músicas são paródias que eles já conheciam.
Após esse trabalho inicial, escolhemos juntos uma música e criamos uma paródia, numa atividade coletiva. Foi muito divertido!
Adoro Matemática ( Ai, se eu te pego)
Nossa, nossa adoro matemática.
Ai eu divido, ai, ai multiplico.
Sexta na escola,
a professora pediu para estudar, adição e subtração,
e a tabuada de multiplicar.
Nossa, nossa adoro matemática.
Ai eu divido, ai, ai multiplico.
Divido, registro tudo no caderno.
Ai, eu divido, ai, ai, multiplico.
Turma 3º ano
Essa foi uma experiência maravilhosa. Posteriormente, foi a vez deles criarem sozinhos, acreditem. Foi cada paródia mais legal que a outra!!!!
terça-feira, 27 de agosto de 2013
JOGOS DE REGRAS NO DESENVOLVIMENTO SOCIAL DA CRIANÇA
O Jogo é a forma através do qual a criança entra em contato com o mundo,
com a sociedade com ela mesma. Através do jogo a criança se apresenta
como realmente é, e se sente diante e dentro do meio em que se encontra.
Dentro dos vários tipos de jogos existentes temos os jogos de regras
que contribuem par o desenvolvimento social da criança, fazendo com que
ela tenha uma melhor adaptação as mudanças que ocorrem durante sua vida,
pois, neste tipo de jogo as regras se transformam a todo
momento,dependendo da necessidade e criatividade de seus jogadores.
Segundo Piaget (citado por Negrini,1994) os jogos podem ser classificados em jogos de exercícios(sendo motores), simbólicos e de regras. Nos jogos de exercício, que compreende a fase do nascimento até o surgimento da linguagem, o objetivo é o prazer do funcionamento, o simples divertimento; os jogos simbólicos que vão do aparecimento da linguagem até os 6-7 anos, são aqueles em que surge o símbolo, que possibilita á criança “criar” sua realidade utilizando para isso a imaginação. Aqui a criança procura se auto-afirmar. E os jogos de regras, que iniciam aos 6-7 anos, são aqueles que surgem elementos que vão reger comportamento e as atitudes nos jogos, sendo que as regras têm origem nas relações sociais e individuais que a criança recebe ou já recebeu.
Segundo Piaget (citado por Negrini,1994) os jogos podem ser classificados em jogos de exercícios(sendo motores), simbólicos e de regras. Nos jogos de exercício, que compreende a fase do nascimento até o surgimento da linguagem, o objetivo é o prazer do funcionamento, o simples divertimento; os jogos simbólicos que vão do aparecimento da linguagem até os 6-7 anos, são aqueles em que surge o símbolo, que possibilita á criança “criar” sua realidade utilizando para isso a imaginação. Aqui a criança procura se auto-afirmar. E os jogos de regras, que iniciam aos 6-7 anos, são aqueles que surgem elementos que vão reger comportamento e as atitudes nos jogos, sendo que as regras têm origem nas relações sociais e individuais que a criança recebe ou já recebeu.
A regra surge para a criança como uma
forma de afirmação do seu eu, a submissão dela à regra social é um dos
meios que o eu utiliza para se realizar, sendo assim a regra se mostra
como instrumento da personalidade, é a ordem colocada em nossos atos
(CHATEAU,1987). As regras do jogo podem ser transmitidas, as que passam
de geração em geração e as espontâneas, criadas na hora do jogo, sendo
por isso mais fácil de serem esquecidas. Já nas regras transmitidas a
criança copia regras que dirigem se comportamento, como por exemplo
brincar de escolinha, de motorista, de mãe, de vendedora. O modelo
funciona como a regra do jogo. Nas regras espontâneas a criança, segundo
Chateau(1987)
Manifesta sua vontade pela permanência
de seu ato, como por exemplo andar sobre a calçada. Ela não se deixa
vencer pelas dificuldades. Ela afirma o seu ato, proclama o valor de sua
personalidade. Enquanto brinca se afirma através da obediência a lei
que ela mesma se submeteu. (p.64)
Vygotsky (apud Friedman, 1996)
afirma que a criança ao brincar torna real o que imagina e que não há
atividade lúdica sem regras, a diferença é que nos jogos as regras não
precisam e não são expostas explicitamente. Este autor acredita que o
respeito, da criança, as regras é uma fonte de prazer e permite à
criança fazer parte da realidade.
Liontiev (apud Friedman, 1996)
menciona um fato interessante, a idéia de que a criança, por meio dos
jogos de regras, começa a se auto- avaliar segundo suas próprias ações,
comparando-as com as de outras crianças.
Os jogos de regras possibilitam na
criança o desenvolvimento do pensamento abstrato, porque são
introduzidos no jogo novos significados, simbólicos e ações. Nessa fase a
criança adquire autonomia, pois ela cria, recria as regras do seu jogo;
ela toma decisões que possibilitam o desenvolvimento cognitivo diante
de diversas situações. A regra coletiva começa a ser introduzida e
interiorizada pela criança. Ela aprende que existem regras a serem
seguidas dentro da sociedade e que se não forem cumpridas constitui
falta e quem a desrespeitou terá que arcar com as conseqüências de sua
escolha sendo punido por tal ato.
A criança, através dos jogos de regras
já tem uma certa noção da vida em sociedade o que contribui para o seu
desenvolvimento social e para a formação de um adulto que sabe que tem
regras a seguir, e que se adapta mais facilmente a elas e que quando não
se sente á vontade, satisfeito com as regras, tanto do jogo como da
vida em sociedade ou até mesmo individual, busca uma transformação para
sentir prazer em suas ações. É o que ocorre no jogo, quando em grupo,
por exemplo, as crianças brincam, e a todo momento mudam as regras do
jogo e o próprio jogo. Negrine (1994) afirma que:
(…) a criança joga de muitas coisas em
um determinado espaço de temp. Pode-se dizer que a criança em uma
situação de jogo inferior a trinta minutos, chega a representar, pelo
menos três papéis diferentes (…). A medida que muda-se o jogo, muda a
representação, e com ela as emoções em um processo muito dinâmico.(p.87)
Segundo Chateau (1987) no mundo adulto
não há lugar para o jogo, pois a sociedade impõe regras rígidas,
imutáveis, o que torna a criança e o adulto, em seus passivos e
dependentes de regras pré-estabelecidas pelo meio exterior, sendo contra
esta tirania, estes dogmas fixados que a criança quando se tornar
adolescente irá lutar e buscar transformá-la.
Através dos jogos de regras a criança
aprende a respeitar as pessoas e o meio em que vive. Ela tem maior
interação, com ela mesma, com os outros e sua afetividade, que consiste
em amor, raiva, ódio, alegria, insegurança, tristeza, irá influenciar em
suas escolhas. A motivação também é uma área afetiva que pode fazer com
que a criança se esforce ou não na realização de alguma tarefa, sendo
seu desenvolvimento afetivo prejudicado caso esteja com algum bloqueio
nessa área. Enquanto educadores, devemos detectar o problema e as
aflições que impedem o bom desenvolvimento do aluno utilizando
atividades lúdicas para reverter esta situação.
As regras externas, quando associadas as
internas levam a uma supressão de benefícios em proveito de uma relação
recíproca de confiança e respeito com o adulto e com outras crianças o
qual leva a autonomia, que é alcançada graças a cooperação (KAMIL apud
FRIEDMAN, 1996). O desenvolvimento moral nas crianças a partir dos
jogos de regras pode ser alcançado através do trabalho em grupo,
destacando-se aqui os jogos cooperativos*, que proporcionam à criança a
percepção de que em um grupo, em uma sociedade, todos dependem uns dos
outros, que há a necessidade de se montar estratégias para se chegar a
um objetivo, porém todos devem se ajudar mutuamente já que o grupo é
quem decide as regras do jogo.
Os jogos de regras possuem
características que vão acompanhar o indivíduo até sua fase adulta, onde
vivenciará mais explicitamente a concepção de regras. Com esses jogos a
criança desenvolve aspectos cognitivos; tem a atenção, o senso de
responsabilidade e criticidade despertados; adquirem noções de
sociedade, regras, torna-se mais interagida socialmente, terá suas
escolhas afetadas por sentimentos como raiva, ódio, alegria, além de
relacionar as regras internas as externas e desenvolvendo aspectos
morais como autonomia e cooperação, sendo de extrema importância que o
educador integre a criança na sociedade de forma lúdica, dinâmica e
completa através da interação desta com o meio físico, social, cultural,
afetivo, entre outros , promovendo o desenvolvimento dessa criança e
para uma futura sociedade que prime pela democracia, justiça e
cooperação.
REFERÊNCIAS
CHATEAU, Jean: O jogo e a criança- São Paulo- Summus, 1987.
FRIEDMAN, Adriana: Brincar, crescer e aprender: O resgate do jogo infantil- São Paulo, Moderna, 1996.
NEGRINI, Airton- Aprendizagem e desenvolvimento infantil V-1- Porto Alegre: Prodil,1994.
Disponível em: http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/jogos-de-regras-no-desenvolvimento-social-da-crianca/
quarta-feira, 26 de junho de 2013
EXPOSIÇÃO DE RELEITURAS "MENINOS SOLTANDO PAPAGAIOS" DE CÂNDIDO PORTINARI
Com a escolha do artista deste semestre, Cândido Portinari, a turma do 3ºano do Ensino Fundamental após apreciação das obras e escolha do quadro favorito da turma, realizou uma exposição de releituras.
A obra escolhida faz parte da série Meninos de Brodósqui, e retrata uma brincadeira conhecida por crianças em todo país, Meninos soltando papagaios.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
OFICINA DE BRINQUEDOS
Nossa, que saudade de compartilhar idéias e estudos com vocês!
Para mim, trabalhar com Ensino Fundamental I é uma novidade, uma experiência que estou adorando!!!
A minha turma de 3º ano é incrível, sempre superando as minhas expectativas e permitindo que o trabalho planejado fosse um sucesso.
E por falar em sucesso... o ensino das artes tem sido um momento super especial para essa turminha. Nessa I Unidade apreciamos obras muito legais, do artista Cândido Portinari. A escolha da série Meninos de Brodósqui, onde o artista eternizou brincadeiras de crianças, foi intencional. Permitir que a criança tenha acesso a arte a partir de seu contexto social, de suas vivências, fazem com que essas experiências tenham um significado todo especial para elas.
Dentre as telas que observamos, uma das preferidas da turma, Meninos soltando pipas, foi escolhida para releitura com material diversificado nos cadernos de desenho, para posteriormente ser realizada uma nova releitura em tela, dessa vez com tinta, pincel e muita criatividade. Estamos ansiosos pela exposição das obras produzidas neste dia 30/04, coração acelerado, sorriso no rosto, animação em 100%. Tudo isso me faz lembrar todos os dias do quanto amo o que faço e ter a certeza que EU ESCOLHI A PROFISSÃO CERTA!
A partir desse contato com a arte, combinamos de fazer uma OFICINA DE BRINQUEDOS utilizando sucata. A ideia inicial era que eles pudessem participar da confecção de brinquedos que eles brincariam no pátio da escola nos recreios, desenvolvendo a valorização, o cuidado, com aquilo que é responsabilidade deles no uso. Mas, as coisas foram bem mais além. Ideias foram surgindo e a cada aula eles davam novas dicas, pensavam em o que poderiam fazer na próxima aula, usaram realmente a imaginação e me surpreenderam. Decidimos então que o uso de sucata para construção de brinquedos e jogos seria um PROJETO SEMESTRAL para esse ano letivo. Entraremos a II Unidade também com a mão na massa!
Irei postar para vocês algumas produções das crianças, apenas com algumas intervenções do educador no uso de certos instrumentos, como estilete, tesouras com ponta, etc. Aos poucos vou postando para vocês mais brinquedos, por hoje só a nossa primeira produção, um VAI E VEM com garrafa pet.
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sexta-feira, 1 de março de 2013
O ano letivo recomeça...
Começinho do ano letivo. São muitos os desafios que nos aguardam. Uma nova turma sempre nos deixa ansiosos, nervosos, às vezes até inseguros, por que não?
Se não mantivermos esse frio no estômago, mesmo que já estejamos na docência a muito tempo, significa que perdemos a noção da responsabilidade e compromisso social que temos com cada sujeito que entra em nossas escolas. Você está pronto para essa mais essa "aventura"?
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Vagas abertas para professor. Você se candidata?
Pré requisitos:
E ainda assim dizem que ser professor é muito fácil!
- Ter memória de elefante;
- Paciência de anjo;
- Coração do tamanho do Sol;
- Olhos por todos os lados da cabeça;
- Filtro purificador nasal;
- Oito braços como polvo;
- Mil e uma utilidades;
- Tolerância máxima;
- Flexibilidade e sensibilidade com os colegas;
- Pernas de maratonista;
- Bexiga com capacidade para 5 litros;
- Multi canais auditivos;
- Sistema inumológico extra.
E ainda assim dizem que ser professor é muito fácil!
sábado, 19 de janeiro de 2013
Educação Especial
A Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) 9394/96, ao reconhecer a
Educação Especial como modalidade de ensino que permeia todos os níveis
escolares, deixa claro que não há, nos sistemas de ensino, tipos
separados de educação. Sendo assim, a Educação Especial não é um
subsistema e as unidades escolares devem ter um conjunto de recursos que
devem ser organizados e disponibilizados para que todos os alunos
possam desenvolver suas competências com respeito e dignidade, entre
eles os que necessitam de apoios diferenciados. A escola precisa estar
aberta para atender a todos e o governo deve oferecer reais condições
para a implantação da escola inclusiva no país, fornecendo verbas,
criando cursos de reciclagem para os docentes e atendendo as demais
necessidades estruturais necessárias para tal ocorrência, como por
exemplo, proporcionando apoio educacional especializado adequado para
todos os alunos.
A
Educação Inclusiva pressupõe que todas as crianças tenham a mesma
oportunidade de acesso, de permanência e de aproveitamento na escola,
independentemente de qualquer característica peculiar que apresentem ou
não.
O
movimento inclusivo, nas escolas, por mais que seja ainda muito
contestado, pelo caráter ameaçador de toda e qualquer mudança,
especialmente no meio educacional, é irreversível e convence a todos
pela sua lógica, pela ética de seu posicionamento social. A inclusão
está denunciando o abismo existente entre o velho e o novo na
instituição escolar brasileira. A inclusão é reveladora dessa distância
que precisa ser preenchida com as ações eficazes.
Para
que este movimento inclusivo aconteça é fundamental que as crianças com
deficiência tenham o apoio de que precisam, seja da sua própria
família, da sociedade ou nas escolas. Mas, o mais importante de tudo, é
que o professor, a família e toda a comunidade escolar estejam
convencidos de que: cada aluno é diferente no que se refere ao estilo e
ao ritmo da aprendizagem.
Assim
sendo, o futuro da escola inclusiva está, dependendo de uma expansão
rápida dos projetos verdadeiramente imbuídos do compromisso de
transformar a escola, para se adequar aos novos tempos
No
que se refere especificamente à inclusão dos portadores da Síndrome de
Down a escolas terão de escolher o caminho a seguir, mas é bom lembrar
que apostar na educação que ensina e estimula a competitividade é
investir na permanência de uma característica de nosso mundo atual e não
deixar as pessoas sem outra opção, submetidos a estilo segregado de
viver.
Os
professores precisam estar conscientes de sua importância e da função
que desempenham, no caso de terem um aluno com síndrome de Down, na
sala. Como se vê, é na relação concreta entre o educando e o professor
que se localizam os elementos que possibilitam decisões educacionais
mais acertadas, e não somente no aluno ou na escola. O sentido especial
da educação consiste em amar e respeitar o outro, que são as atitudes
mediadoras da competência ou da sua busca para melhor favorecer o
crescimento e desenvolvimento destes. O conhecimento de uma abordagem
holística, no sentido de integração e revelação do contexto de vida do
portador da síndrome. Ter acesso aos outros profissionais, como
fonoaudiólogos e fisioterapeutas envolvidos no desenvolvimento deste
indivíduo, podem também trazer contribuições significativas para as
ações do professor em sala de aula.
REFERÊNCIAS
BRASIL/Ministério da Educação e do Desporto. Plano Decenal de Educação para todos. Brasilia: MEC, 1993.
BRASIL/Ministério
da Justiça/Corde. Declaração de Salamanca e linha de Ação sobre
necessidades educativas especiais. Brasilia, 1994 [´s.e.]
INEP.
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.
Censo Escolar. Disponível em:
http://www.inep.gov.br/basica/censo/Escolar/Sinopse/sinopse.asp>.
Acesso em: 18 nov. 2008.
MARTINS,
Lúcia de Araújo Ramos. A inclusão escolar do portador da síndrome de
Down: o que pensam os educadores?Natal, RN: EDUFRN, 2002.
MANTOAN,
M.T.E. Integração X inclusão: escola (de qualidade) para todos.
Disponível em: http://www.pro-inclusao.org.br/textos.html#intgr. Acesso
em: 18 nov 2008.
MENDES, E.G. Educação inclusiva: realidade ou utopia? Apostila produzida para a Mesa-Redonda do LIDE. São Paulo, SP: USP. 1999.
VOIVODIC, Maria Antonieta M.A. Inclusão Escolar de Crianças com Síndrome de Down. Petrópolis, RJ: Vozes: 2004.
Fonte: http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/inclusao-escolar-de-criancas-com-sindrome-de-down/
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Lindos marcadores de livros feitos com tecido!
A nossa leitora, Maviane Santos, sugeriu a postagem desse criativo marcador de livros, que além de tudo é super fofo!
Como fazer:
- Arranje um tecido bem durinho para desenhar o coração e cortar as duas partes: a parte da frente e a de trás.
- Se o tecido que possui for muito molinho, uma opção é colocar uma entretela e deixá-lo mais rígido!
- Costure na parte de baixo para encaixar e marcar a página do seu livro! ;)
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
E quem nunca brincou de ...
As brincadeiras de rua sempre foram as minhas preferidas!
No meu tempo de criança, (não faz tanto tempo assim, rs) quando chegava o começinho da noite, a criançada se reunia na rua, na porta de alguém, com uma "tia" mais animadinha para ajudar com as brincadeiras que escolhíamos e moderar a intensidade dos castigos aplicados, as prendas.
Quem nunca brincou de BOCA DE FORNO? Quem nunca teve que pagar as prendas daqueles amiguinhos engraçadinhos, que nos faziam dar voltas no quarteirão, ou fazer alguma coisa absurda?
A brincadeira é bem popular no Nordeste, e aqui vou deixar a dica de como se brinca.
Como brincar:
A brincadeira é cantada
em verso. O grupo escolhe quem será o mestre, responsável por propor os
desafios para o grupo. A ordem pode ser encontrar um objeto de uma cor
específica ou mesmo dar uma volta completa no quarteirão. O último a
cumprir a prova leva um castigo. A turma decide a quantidade e a
intensidade dos "bolos", que pode ser de pai, mãe, filho ou anjo - do
mais forte ao mais fraco. Ou optar por uma prenda.
Diálogo
MESTRE - Boca de Forno.
CRIANÇAS - Forno!
MESTRE - Faz o que mando?
CRIANÇAS - Faço!
MESTRE - Se não fizer?
CRIANÇAS - Ganha um bolo!
MESTRE - (O mestre dá a missão: Encontrar um galho de planta com uma lagarta, dar a volta no quarteirão, correr de um lado ao outro em um pé só...rs)
CRIANÇAS -(Realizam a prova e o último a fazer paga a prenda)
MESTRE - Boca de Forno.
CRIANÇAS - Forno!
MESTRE - Faz o que mando?
CRIANÇAS - Faço!
MESTRE - Se não fizer?
CRIANÇAS - Ganha um bolo!
MESTRE - (O mestre dá a missão: Encontrar um galho de planta com uma lagarta, dar a volta no quarteirão, correr de um lado ao outro em um pé só...rs)
CRIANÇAS -(Realizam a prova e o último a fazer paga a prenda)
Beijocas com sabor de pipoca!!!!!
O lugar ideal da Educação Infantil
Nesta animação, você vai ver a planta baixa ideal de uma escola de
Educação Infantil que tem os espaços organizados para favorecer a
aprendizagem. A ilustração está de acordo com referenciais publicados
pelo Ministério da Educação e contempla áreas para atender crianças de 0
a 5 anos.
http://revistaescola.abril.com.br/swf/animacoes/exibi-animacao.shtml?educacao-infantil-04.swf
Que tal jogar um pouco?
Vamos testar os seus conhecimentos a cerca do novo acordo ortográfico. O jogo é bem divertido, e apresenta a chance de responder novamente após marcar alternativa errada. Clique no link abaixo e divirta-se!
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Piso salarial do professor da Educação Básica tem reajuste de 7,9%
Os professores da educação básica da rede pública (que inclui os
níveis de ensino infantil, fundamental e médio) vão receber, no mínimo,
um salário de R$ 1.567 neste ano. O piso salarial do magistério deve ser
reajustado em 7,97268%, acima da inflação de 5,84%, medida pelo Índice
Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
O governo federal deve aumentar em R$ 14,2 bilhões o repasse de
dinheiro do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e
de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para estados e
municípios neste ano. Em 2012, foram R$ 102,6 bilhões e a estimativa
para 2013 é de R$ 116,8 bilhões. Apenas para os municípios, o Ministério
da Educação (MEC) deve repassar neste ano R$ 63,8 bilhões do Fundeb,
valor que representa R$ 8,9 bilhões a mais que o de 2012, quando a União
enviou R$ 54,9 bilhões para as prefeituras.
O novo valor do piso nacional foi definido conforme determina o
artigo 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. Conforme a
legislação vigente, a correção reflete a variação ocorrida no valor
anual mínimo por aluno definido nacionalmente no Fundeb de 2012, em
relação ao valor de 2011. O piso salarial foi criado em cumprimento ao
que estabelece a Constituição Federal, no artigo 60, inciso III, alínea e
do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
Fonte: http://www.secom.gov.br/sobre-a-secom/acoes-e-programas/comunicacao-publica/em-questao/boletim-1693-14.01/piso-salarial-do-professor-da-educacao-basica-tem-reajuste-de-7-9-e-passa-a-ser-de-r-1.567/
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